sexta-feira, 15 de junho de 2007

Bolivia

Bolivia

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economia de bolivia

Economia
Ver artigo principal: Economia da Bolívia.
A Bolívia é há muito tempo um dos países mais pobres e menos desenvolvidos da América Latina, tendo feito progressos consideráveis no sentido do desenvolvimento de uma economia de mercado. Durante a presidência do presidente Sánchez de Lozada (1993-97) a Bolívia assinou um tratado de comércio livre com o México, tornou-se membro associado do Mercado Comum do Cone Sul (Mercosul) e procedeu à privatização da linha aérea estatal, da companhia de telefones, dos caminhos de ferro, da companhia elétrica e da companhia petrolífera.
O crescimento abrandou em 1999, em parte devido a políticas orçamentais restritivas que limitaram os fundos necessários para programas de luta contra a pobreza, e às consequências da crise financeira asiática. No ano 2000, sérios distúrbios públicos em Abril e em Setembro/Outubro baixaram o crescimento para 2,5%. O PIB boliviano não cresceu em 2001 devido ao abrandamento global e à vagarosa actividade doméstica. Espera-se que o crescimento recupere em 2002, mas o déficit fiscal e o peso da dívida externa permanecerão elevados.

video de bahamas

bolivia e o gas

A Bolívia, o Brasil e o Gás
No dia 1o de Maio deste ano, uma nova lei do governo boliviano determinou um prazo de 180 dias para a passagem do controle acionário das empresas petrolíferas estrangeiras que operam no país para a YPFB (Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos), a empresa estatal petrolífera da Bolívia, cujos principais ativos, incluindo refinarias e áreas de produção, haviam sido privatizados ao longo dos anos 90. Uma das empresas “estrangeiras” que atuam na Bolívia é a brasileira Petrobras. Essa determinação, em realidade, coloca as negociações que já estavam em curso para a efetivação do controle dos hidrocarbonetos do país pelo Estado boliviano em um novo patamar, mas a negociação segue. O novo governo boliviano caminhou no sentido que já havia sinalizado: o da retomada do controle sobre as reservas de hidrocarbonetos e agora negocia a operação das áreas de produção e refino. A idéia é que as empresas internacionais que operam na Bolívia funcionem como prestadoras de serviços, e o "ressarcimento" das atuais controladoras – que é isso, de fato, o que está embutido na questão da tal venda do controle acionário à YPFB – é obrigatório, mas não há definição sobre por quanto essa venda se dará, aspecto central da negociação. Tecnicamente, no curto-prazo, tudo indica que o Brasil não pode prescindir do gás boliviano, que corresponde a mais de 50% do consumo brasileiro, ou cerca de 24 milhões de metros cúbicos por dia, com sua utilização especialmente concentrada na área industrial em S. Paulo e nos três estados da Região Sul). Ao mesmo tempo, porém, a Bolívia não
pode prescindir do Brasil como mercado, uma vez que o consumo brasileiro corresponde a cerca de 75% do gás produzido na Bolívia. Em caso de rompimento, restaria como opções de grandes consumidores do gás boliviano, o Chile ou os EUA, e ambas as possibilidades aparecem como econômica e politicamente problemáticas para o país, o que já foi expresso por eleitores e movimentos sociais do país. Assim, existem fortes interesses para que os acordos continuem de pé, e aparentemente existe disposição negociadora para tal. O objetivo do novo governo boliviano, já expresso pelo então candidato Evo Morales na campanha eleitoral, é aumentar a receita do Estado boliviano com o gás. Na verdade, ainda antes da campanha, Evo e seu partido batalhavam pela ampliação dos impostos sobre o gás, de modo que a renda do Estado boliviano, com seu recurso mineral mais importante, aumentasse e permitisse a ampliação dos programas sociais. Essa disposição de controle e de ampliação das rendas do gás para os bolivianos já tinham sido também expressas em vários momentos pelos eleitores e movimentos sociais na Bolívia, e a campanha e disposição para tal resultou inclusive na remoção recente de alguns presidentes do país que insistiam em contrapor o entendimento da maioria da população sobre o tema. Assim, o tema é bastante sensível para os bolivianos, e não levar um de seus principais compromissos de campanha adiante poderia contrapor o presidente Evo Morales com sua própria base social de sustentação. O grande problema - e a forma de anúncio pelo governo boliviano e a cobertura da
grande imprensa brasileira sobre o tema mostraram isso - é que as conjunturas políticas nos
dois países agudizam o acompanhamento da mídia e as paixões populares em torno a esse processo negocial. No caso brasileiro, a grande mídia aproveitou um tema potencialmente sensível para desgastar ainda mais o Governo Lula, buscando, agora, atingir sua política externa, área em que o governo vem, em geral, contando com boa avaliação pela maior parte da população. Tenta, assim, criar pânico em torno da possibilidade de ocorrer um novo “apagão”, agora do gás, pois ainda está fresco na memória de muitos os acontecimentos do segundo Governo Fernando Henrique na área de energia. Levanta, ainda, a possibilidade de aumento dos preços do gás, que afetaria principalmente a indústria, o que poderia resultar em repasses para várias áreas caso concretizado, e para os consumidores que adaptaram seus carros para a utilização do gás veicular. O uso do gás cresceu muito no país nos últimos anos, em função de ser um combustível considerado de qualidade, com alta capacidade energética e nível de poluição mais reduzido. De acordo com a Petrobrás, em 2004, a indústria consumia 59% do gás natural no país, enquanto os domicílios respondiam por apenas 3% do consumo. No setor industrial, um quarto do consumo era da indústria química, 17% da indústria siderúrgica e metalúrgica, 11% da indústria de fertilizantes, outros 11% da indústria cerâmica, 10% de têxtil, papel e celulose, entre os principais usuários. Os principais estados onde o gás boliviano é distribuído são: São Paulo, onde cerca de 75% do consumo é abastecido pelo produto da Bolívia, além de atender integralmente aos estados de Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Vale lembrar que os preços do gás boliviano já vinham subindo há algum tempo, pois contratualmente encontram-se relacionados aos preços do petróleo. Por isso, entre janeiro de 2000 e abril de 2006, enquanto o petróleo (precisamente o West Texas, na Bolsa de Nova Iorque) passou de US$ 27,64 por barril a US$ 71,08, os preços pagos pelo gás boliviano subiram de US$ 1,49 por milhão de BTU a US$ 3,70 por milhão de BTU. Ou seja, ambos subiram em torno de 150% no período. Cabe, aqui observar que os valores atingidos pelo gás em países como os EUA, por exemplo, onde seu preço é de cerca de US$ 7 por milhão de BTU. No caso boliviano, há que lembrar a sensibilidade do tema para a população - que, no período recente, resultou na derrubada de dois presidentes no país - pois segue existindo uma posição firme do movimento social organizado na Bolívia, e do eleitorado, sobre a questão, uma vez que o gás é visto por todos como grande fonte de recursos para as políticas sociais no país. Apenas em 2005, a Bolívia arrecadou com impostos e royalties pagos pela Petrobrás, segundo divulgado, cerca de US$ 700 milhões, e as expectativas são de esse valor passar para cerca de US$ 1,5 bilhão, em 2006. Vale lembrar ainda o processo constituinte na Bolívia, que está em curso, com a nova Constituinte devendo se instalar no início do segundo semestre deste ano. Discussões importantes, como a própria possibilidade de fratura do Estado nacional boliviano – o tema das autonomias regionais e do controle dos recursos pela regiões é importante para “departamentos” (estados) com base separatista, como os de Tarija, ao Sul, e Santa Cruz, à Leste) – devem estar na pauta. Além disso, este processo vêm fazendo com que tanto lideranças indígenas como a Central Obrera Boliviana (a COB, histórica central operária do país) aumentem a pressão sobre o Governo de Evo Morales cobrando várias de suas promessas de campanha, uma delas, talvez a mais importante, a própria questão do gás. Ou seja, o tema é candente, e a conjuntura dos dois lados da fronteira também não ajuda muito a uma discussão menos apaixonada neste momento. Entretanto, a discussão do tema para a frente, e para além dos excessos e arroubos nacionalistas de lado a lado, deveria ser enquadrada dentro de parâmetros mais amplos, e poderia apontar para a constituição de uma nova matriz energética continental, onde o gás seguramente teria papel fundamental, mas o tema não poderia ficar restrito a ele. Talvez se possa ancorar em uma nova estrutura empresarial que integre as grandes empresas públicas petrolíferas da região (especialmente nucleado em torno de um entendimento entre a brasileira Petrobrás e a venezuelana PDVSA, as duas maiores, mas não se restringindo a apenas elas). O tema não é novo e já foi aventado anteriormente. Esse novo enquadramento permitiria sair positivamente da atual tensão entre os interesses imediatos de dois Estados nacionais, partindo para uma discussão mais ampla de futuro que passaria, no caso, pela integração sul-americana, ampliando os países e interesses envolvidos e permitindo a discussão de um futuro comum na região.

Dados gerais da Bolívia

CAPITAL: La Paz GOVERNO: República presidencialista IDIOMAS: espanhol (oficial), quéchua, aymara LOCALIZAÇÃO: sudoeste da América do SulÁREA: 1.098.581 km² POPULAÇÃO: 8,3 milhões de habitantes ATIVIDADES: gás natural, soja em grão, castanha, algodão, tortas e farinha de soja , óleo comestível de soja, jóias em ouro, açúcar, artigos de vestuário, zinco e prata TEMPERATURA: entre 12 e 29ºC no verão (janeiro) e 3 a 15ºC no inverno (julho) MOEDA: Boliviano COMÉRCIO: das 9h às 12h e das 14h a 17hBANCOS: 10h às 12h e das 13h às 16h

quarta-feira, 13 de junho de 2007

Dados Gerais de Bahamas

Capital Nassau
25° 4' 00" N 77° 20' 00" W
Maior cidade Nassau
Língua oficial Inglês
Governo Commonwealth
- Rainha Isabel II (Elizabeth II)
- Governador Geral Arthur Dion Hanna
- Primeiro-ministro Perry Christie
Independência
- From Reino Unido 10 de Julho de 1973
Área
- Total 13,878 km² (160º)
- Água (%) 28%
População
- Estimativa de 2005 323.000 hab. (177º)
- Densidade 23,27 hab./km² (181º)
PIB (base PPC) Estimativa de 2005
- Total $6,524 bilhões (145º)
- Per capita $20,076 (34º)
IDH (2003) 0,832 (50º) – alto
Moeda Dólar das Bahamas (BSD)
Fuso horário EST (UTC−5)
Cód. ISO bs
Cód. Internet .bs
Cód. telef. +1-242

Hino nacional da Bolívia

poiltica da bolivia

Política

La Paz é a capital política da Bolívia.A constituição da Bolívia de 1967, revista em 1994, prevê um sistema equilibrado entre os poderes executivo, legislativo e judicial. O tradicionalmente forte executivo, no entanto, tende a deixar na sombra o Congresso, cujo papel está em geral limitado a debater e aprovar legislação originária do executivo. O ramo judicial, composto pelo Supremo Tribunal e por tribunais departamentais e inferiores, é há muito corroído por corrupção e ineficiência. Através de revisões na constituição feitas em 1994, e de leis subsequentes, o governo iniciou reformas que têm potencial para ser profundas nos sistema e processos judiciários.

Os nove departamentos da Bolívia receberam maior autonomia pela lei de Descentralização Administrativa de 1995, embora os principais dirigentes departamentais continuem a ser nomeados pelo governo central. As cidades e vilas bolivianas são governadas pelo presidentes de câmara e conselhos diretamente eleitos.

Foram realizadas eleições municipais em 5 de Dezembro de 2004, que elegeram os conselhos para mandatos de 5 anos. A Lei de Participação Popular de Abril de 1994, que distribui uma porção significativa das receitas nacionais pelas autarquias, para seu uso discricionário, permitiu que comunidades anteriormente negligenciadas obtivessem grandes melhoramentos nas suas infraestruturas e serviços.

Apesar desse sistema, a Bolívia apresenta problemas de ordem sócio econômica muito intensos e pode dizer-se que funciona, apesar de grande parte de sua população, de origem indígena, usar com frequencia o hábito de mascar a folha da coca, já centenário. Face ao fato leva a fama um tanto quanto pejorativa, como a denominação do el pueblo y su "pocito" blanco, el pueblo blanco e asi por adelante como diz o próprio boliviano, entre outras denominações.

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sexta-feira, 18 de maio de 2007

população da bolivia

População
8.989.046 (Julho 2006 est.)

Distribuição da idade
0-14 anos: 35% (homens 1.603.982/mulheres 1.542.319) 15-64 anos: 60,4% (homens 2.660.806/mulheres 2.771.807) 65 anos ou mais: 4,6% (homens 182.412/mulheres 227.720) (2006 est.)

Taxa de crescimento
1,45% (2006 est.)

Taxa de nascimento
23,3 nascimentos/1.000 habitantes (2006 est.)

Taxa de mortalidade
7,53 mortes/1.000 habitantes (2006 est.)

Taxa de migração
-1,22 migrante(s)/1.000 habitantes (2006 est.)

Distribuição por sexo
no nascimento: 1,05 homens/mulher menores de 15 anos: 1,04 homens/mulher 15-64 anos: 0,96 homens/mulher 65 anos ou mais: 0,8 homens/mulher população total: 0,98 homens/mulher (2006 est.)

Taxa de mortalidade infantil
total: 51,77 mortes/1.000 nascimentos homens: 55,31 mortes/1.000 nascimentos mulheres: 48,05 mortes/1.000 nascimentos (2006 est.)

Expectativa de vida no nascimento
população total: 65,84 anos homens: 63,21 anos mulheres: 68,61 anos (2006 est.)

Taxa de fertilidade
2,85 infantes nacidos/mulher (2006 est.)Taxa de alfabetização
definição: maiores de 15 anos que poden ler e escrever população total: 87,2% homens: 93,1% mulheres: 81,6% (2003 est.)VIH/SIDA - taxa de incidência da população adulta
0,1% (2003 est.)

VIH/SIDA - habitantes infectadas com VIH/SIDA
4.900 (2003 est.)

VIH/SIDA - habitantes mortos por VIH/SIDA
500 (2003 est.)

população de bahamas

POPULAÇÃO: Total: 310 mil (2000); sendo afro-americanos 85%, europeus meridionais 12%, asiáticos e outros 3% (1996). Densidade: 22,14 hab./Km²População urbana: 88% (1998).População rural: 12% (1998).Crescimento demográfico: 2% ao ano (1998).Fecundidade: 2,6 filhos por mulher (1995-2999).Expectativa de vida M/F: 70,5/77 anos (1995-2000). Mortalidade infantil: 16 por mil nascimentos (1995-2000). Analfabetismo: 3,9% (2000). IDH (0-1): 0,844 (1998).

quarta-feira, 9 de maio de 2007

localização e aspectos físicos da Bolívia

A Bolívia é um país sem litoral. O ocidente da Bolívia está situado na cordilheira dos Andes, com o pico mais elevado, o Nevado Sajama, a chegar aos 6 542 m. O centro do país é formado por um planalto, o Altiplano, onde vive a maioria dos bolivianos. O leste do país é constituído por terras baixas, e coberto pela Floresta úmida da Amazônia. O lago Titicaca situa-se na fronteira entre a Bolívia] e o Peru. No ocidente, no departamento de Potosi, encontra-se o Salar de Uyuni, a maior planície de sal do mundo.
As cidades principais são La Paz, Sucre, Santa Cruz de la Sierra e Cochabamba.
A região Oriente, a norte e leste, compreende três quintos do território boliviano é formada por baixas planícies de muitos rios e grandes pântanos. No extremos sul localiza-se o Chaco boliviano, pantanoso na estação chuvosa e semi-desértico nos meses de seca. A nordeste da bacia Titicaca visualiza-se montanhas extremamente altas de 3.000 a 6.500 metros. Notamos que as montanhas de mais altitude caem em ângulos praticamente retos até se transformarem em planícies.
Os Andes atingem a Bolívia e se dividem em duas grandes cadeias, a Oriental e a Ocidental. Nota-se que a cordilheira Ocidental é formada por vulcões inativos ou extintos, e suas rochas são formadas de lava vulcânica petrificada. Possui uma altitude de 3.700m, com 800km de comprimento e 130 de largura. A cordilheira Oriental é composta de diversos tipos de rochas e areia.

localização e aspectos físicos de Bahamas

A maior ilha das Bahamas é a ilha de Andros, no ocidente do arquipélago. A ilha de New Providence, a leste de Andros, é onde se localiza a capital, Nassau, e onde mora cerca de dois terços de toda a população do país. Outras ilhas importantes são a Grande Bahama no norte e Inágua a sul.
A maior parte das ilhas — formações de coral — são relativamente planas, com algumas colinas baixas e arredondadas, a mais alta das quais é o monte Alvernia, na ilha Cat, com 63 m de altitude. O clima local é tropical, moderado pelas águas quentes da corrente do Golfo, com furacões e tempestades tropicais frequentes entre Maio e Outubro.